sábado, 2 de outubro de 2010
CURSO DE BRAILLE
Acontecerá dias 05, 13 e 20 de novembro ,o curso de capacitação para professores com o módulo de Braille .Esse curso acontecerá no CAp dv,e terá carga horária de 20h.
CURSO DE INFORMÁTICA
Está acontecendo no CAP-DV curso de informática básica para pessoas com deficiencia visual. Este curso é promovido pelo SENAI e tem carga horária de 160h. Nele, as pessoas cegas ou com baixa visão tem oportunidade de conhecer o DOS VOX , NVDA, acesso a internet, etc. Assim , todos terão maiores oportunidades no campo de trabalho ou mesmo mais acessibilidade digital para o seu dia-a-dia.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
Dicas para quando você encontrar uma pessoa com deficiencia visual
DICAS PARA QUANDO VOCÊ ENCONTRAR UMA PESSOA CEGA
Muitas pessoas não deficientes ficam confusas quando encontram uma pessoa com deficiência. Isso é natural. Todos nós podemos nos sentir desconfortáveis diante do "diferente".
Esse desconforto diminui e pode até mesmo desaparecer quando existem muitas oportunidades de convivência entre pessoas deficientes e não-deficientes.
Provavelmente, por causa da deficiência, essa pessoa pode ter dificuldade para realizar algumas atividades e, por outro lado, poderá ter extrema habilidade para fazer outras coisas. Exatamente como todo mundo.
A maioria das pessoas com deficiência não se importa de responder perguntas, principalmente aquelas feitas por crianças, a respeito da sua deficiência e como ela realiza algumas tarefas. Mas, se você não tem muita intimidade com a pessoa, evite fazer perguntas muito íntimas.
Se você não se sentir confortável ou seguro para fazer alguma coisa solicitada por uma pessoa deficiente, sinta-se livre para recusar. Neste caso, seria conveniente procurar outra pessoa que possa ajudar.
Se ocorrer alguma situação embaraçosa, uma boa dose de delicadeza, sinceridade e bom humor nunca falham.
Se você conhece uma família que possui um bebê com problemas visuais, oriente para que o levem a uma instituição especializada; quanto mais cedo o bebê for estimulado, mais rápido conseguirá superar suas dificuldades.
As pessoas cegas ou com visão subnormal são como você, só que não enxergam. Elas também são interessadas em saber o que você gosta de ver, ler, ouvir e falar. Trate-as com o mesmo respeito e consideração que você trata todas as pessoas.
A cegueira é uma deficiência sensorial, não é doença. Não acredite na "compensação da natureza", ou seja, que a natureza compensou a pessoa cega pela falta de visão. O que existe nela é um maior desenvolvimento de recursos latentes em todos nós.
No convívio social ou profissional, não exclua as pessoas com deficiência visual das atividades normais. Deixe que elas decidam como podem ou querem participar. Não sinta pena dela, ela somente necessita de oportunidades.
Quando for falar com uma pessoa cega, dirija-se diretamente a ela e não através de seu acompanhante. Identifique-se e toque o seu braço ou seu ombro para que ela saiba que é com ela que está falando. Fale em tom de voz normal.
Fique a vontade para usar palavras como "veja" e "olhe". As pessoas cegas as usam com naturalidade.
Não deixe de apresentá-la às pessoas que estejam participando de seu grupo. Assim agindo você facilitará a sua integração.
Não deixe de falar sempre que entrar em um ambiente onde haja uma pessoa cega, Isso anuncia sua presença e a auxilia a identificá-lo. Evite que ela tenha que adivinhar com quem está falando.
Quando estiver conversando com uma pessoa cega, não deixe de avisá-la quando tiver que se ausentar, Principalmente se houver muito barulho que a impeça de perceber sua ausência. Ela pode dirigir-lhe a palavra e acabar falando sozinha.
Onde existir uma pessoa cega procure manter as portas bem abertas ou bem fechadas. A porta meio aberta é um obstáculo de perigo para ela. Procure também não deixar objetos jogados pelo chão onde ela costuma passar, ou em locais onde a pessoa cega não possa perceber sua presença com o uso da bengala (carros na calçada, grades abertas).
Todas as vezes que encontrar uma pessoa cega nunca deixe de apertar a sua mão e fazer o mesmo no momento de despedir-se. O aperto de mão substituir seu sorriso amável.
Se houver alguma incorreção no vestu rio de uma pessoa cega, não se constranja em avisá-la. Fique certo de que ela lhe agradecerá.
Quando for passear com uma pessoa cega de carro, no momento de fechar a porta nunca se esqueça de observar de que não vai lhe prender os dedos: eles são muito preciosos.
Nem sempre as pessoas cegas ou com deficiência visual precisam de ajuda, mas se encontrar alguma que pareça estar em dificuldades, identifique-se, faça-a perceber que você está falando com ela e ofereça seu auxílio. Nunca ajude sem perguntar antes como deve fazê-lo.
Se você encontrá-la em qualquer loja comercial, dirija-se a ela e oriente-a sobre os produtos, marcas e preços.
Caso sua ajuda como guia seja aceita, coloque a mão da pessoa no seu cotovelo dobrado. Ela irá acompanhar o movimento do seu corpo enquanto você vai andando.
É sempre bom você avisar, antecipadamente, a existência de degraus, pisos escorregadios, buracos e obstáculos em geral durante o trajeto.
Num corredor estreito, por onde só é possível passar uma pessoa, coloque o seu braço para trás, de modo que a pessoa cega possa continuar seguindo você.
Em ambientes desconhecidos ou em situações novas, ofereça-lhe o maior número de informações possível, só assim ela poderá localizar-se e saber exatamente o que está acontecendo ao seu redor.
Quando você se oferecer para ajudar uma pessoa cega a atravessar uma rua não a desoriente cruzando a rua em diagonal, efetue um cruzamento em L, é mais seguro, inclusive para você.
Quando for ajudá-la a subir escadas, ofereça-lhe seu braço ou ponha-lhe a mão no corrimão.
Ao explicar direções para uma pessoa cega, seja o mais claro e específico possível, de preferência, indique as distâncias em metros ("uns vinte metros a sua frente").
- Onde é o ponto de ônibus? - É do lado de lá. Esta atitude de nada adianta para ela. Responda verbalmente. - Siga a sua direita. Preste atenção ao indicar "à direita" "à esquerda"; no momento de ajudar uma pessoa cega, tome como referência a posição dela e não a sua.
Não a empurre ou a levante para ajudá-la a subir no ônibus ou carro. Basta pôr-lhe a mão na alça externa da maçaneta que ela subirá sozinha.
Para ajudar uma pessoa cega a sentar-se, você deve guiá-la até a cadeira e colocar a mão dela sobre o encosto da cadeira, informando se esta tem braço ou não. Deixe que a pessoa sente-se sozinha.
Por mais tentador que seja acariciar um cão-guia, lembre-se de que esses cães têm a responsabilidade de guiar um dono que não enxerga. O cão nunca deve ser distraído do seu dever de guia.
CLIENTELA E POPULAÇÃO ALVO
A clientela asistida pelo Centro de Apoio Pedagogico ao deficiente Visual da Fundação Jonathas Telles de Carvalho, é formada, por crianças, jovens , adultos e idosos, cegos, ou com visão subnormal, de ambos os sexos.
População alvo primordial:
Alunos cegos ou com visão subnormal matriculados ou não no ensino regular
Crianças, jovens, adultos e idosos deficientes visuais, oriundos da comunidade de Feira de Santana ou de outras cidades, que necesitem de atendimento nos demais
programas desenvolvidos pelo CAP.
Professor especializado e regente de classe comum que atuam ou pretendem atuar com o aluno com deficiencia visual.
População potencial:
EStudantes que tenham interesse em aprender a lidar com a diversidade humana.
Profissionais que atuam em cursos de capacitação para o mercado de trabalho.
Familiares ou pessoas da comunidade.
CURSOS DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA PROFESSORES
No CAP-DV são oferecido cursos para os professores e são divididos em mòdulos DE 20H, da seguinte forma:
A ESCOLARIZAÇÃO DO ALUNO COM DEFICIÊNCIA VISUAL NA PERSPECTIVA DA EDUCAÇÃO INCLUSIVA
BRAILLE: SISTEMA DE LEITURA E ESCRITA
ESCRITA CURSIVA
ORIENTAÇÃO E MOBILIDADE
INFORMATICA PARA DEFICIENTES VISUAIS
BAIXA VISÃO
SOROBAN
Maiores informações ligar para 3625-7755
PROGRAMAS DE ATENDIMENTOS DO CAP-DV
PROGRAMAS DE ATENDIMENTO REALIZADOS NO CAP- DV
• Pré Alfabetização e Alfabetização em Braille:
Acesso a jogos e atividades que favoreçam o desenvolvimento da linguagem e ao domínio do Sistema Braille. O alunos são preparados para uma posterior Educação Formal, em salas do Ensino Regular.
• Estimulação Visual
Estimular o resíduo visual, de forma a torná-lo eficiente, na busca de uma visão útil
• Orientação e Mobilidade
Objetiva a independência de pessoas com deficiência visual, permitindo sua locomoção com segurança e facilitando o seu relacionamento e a integração com a comunidade em que vive.
• Atividades Ludicas e Culturais
Promover a integração da pessoa com deficiência visual, através da prática de recreação, música, esporte, lazer, contribuindo para maior socialização e melhoria de qualidade de vida, desenvolvendo a auto confiança, a auto suficiência, o sentimento de mais valia e o espírito de cooperação e participação.
• Apoio Pedagogico e Suplementação Didatica
Implementação da proposta de Ensino Inclusivo, promovendo o acesso da pessoa com deficiência visual no Ensino Regular, através de duas modalidades de ensino: Sala de Recursos e Ensino Itinerante.
• Tecnica para o uso do Soroban
Vivenciar a dinâmica operacional dos cálculos matemáticos, através do uso do Soroban, o melhor aparelho de cálculo para pessoas com deficiência visual.
• Escrita Cursiva
Assinar o próprio nome a punho:
Realização pessoal
• Bliblioteca com acervo em Braille
“O livro em Braille também faz parte desse mundo, que
nos leva ao imaginário das coisas e das situações.”
• Nucleo de Produção Braille e Adaptação de Materiais
Propiciando a igualdade de oportunidades de acesso à leitura de livros didáticos. Livros falados, revistas, Bíblias, Dicionários, literaturas, etc.
Adaptação de materiais, através de sistemas sonoros e softwares para edição e impressão Braille;
Uso da informática como ferramenta essencial de acesso à informação, ao trabalho e ao mundo virtual, disponibilizada para a utilização das pessoas deficientes visuais.
• Capacitação de Professores
Necessidade, que evidencia a realidade educacional brasileira: pedagogia diferenciada / formação continuada, visando a inclusão do aluno deficiente visual no ensino regular.
• Orientação e Capacitação para o mercado de trabalho
Desenvolvimento de ações para viabilizar a inclusão no Mercado de Trabalho, através de:
• Cursos de capacitação;
• Contatos com serviços que atuam no encaminhamento para o Mercado de Trabalho;
• Contato com Empresas – levantamento de vagas compatíveis com as possibilidades
• Sensibilização nas Empresas- orientar os empregadores e empregados;
• Apoio técnico na fase de adaptação do deficiente visual na Empresa.
• Apoio e Orientação aos pais
Compartilhar responsabilidades entre a família e a Instituição, visando o desenvolvimento integral da criança, na própria família, na escola e na comunidade em que vive.
NOSSOS CONTATOS:
Centro de Apoio Pedagógico ao Deficiente Visual
Fundação Jonathas Telles de Carvalho
Avenida Eduardo Fróes da Mota, nº 05 – Bairro: Santa Mônica
CEP: 44.050.220 – Feira de Santana – Bahia
Tels.: (75) 3625-7755 / 3625-2144
CURSO EDUCAÇÃO ESPECIAL
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https://www.buzzero.com/
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